quarta-feira, 11 de setembro de 2013

                     

Folclore

O Folclore do Rio Grande do Norte conta com vários autos e manifestações populares. As velhas danças do povo podem ser classificadas em dois grupos. O primeiro – e mais importante deles – é o dos autos populares, misto de dança e espetáculo teatral em que há um fulcro dramático central que caracteriza cada um deles. O segundo grupo é composto por danças folclóricas de uma forma em geral. 
         


Culinária

Pela sua localização geográfica privilegiada, o RN, às margens do Atlântico, tem uma culinária que se divide entre os produtos da terra (galinha caipira, carne de sol, queijo de manteiga) e os frutos do mar (peixes, camarão, lagosta). Também são comuns as comidas preparadas com produtos da terra como a mandioca, milho verde e coco (bolos, cuscuz). Uma variedade de frutas regionais como manga, mamão, abacaxi, banana, caju, cajá, mangaba, maracujá completam o colorido cardápio potiguar.




Artesanato

O artesanato potiguaré tambémdestaque. De alimentos, comodoces típicosde fabricação caseira (doce de leite, de coco verde, de frutas tropicais) a objetos de cerâmica, cestarias e trançados. Peças em madeira e em couro são uma marca do artesanato local. Trabalhos manuais em rendas, em bordados e a tecelagem completam a produção artesanal do RN.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

mais uma postagem para o trabalho de folclore do professo: Jean jefferson 

Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".

trabalho de folclore do professo jean jefferson 





 O bumba-meu-boi é uma das representações folclóricas mais importantes do Nordeste. Esse espetáculo deve ter sido introduzido, também, no século XVI, no período do ciclo econômico do gado. Segundo os estudiosos, apesar de não possuir uma origem africana, o bumba é um espetáculo de negros, onde eles se apresentam conformados com a sua inferioridade social e transformam a sua dor em comicidade.

A estória é bem simples: um certo homem branco, dono de um boi, vê um homem negro roubar-lhe o animal, com o objetivo de retirar sua língua. Por qual razão? Porque a sua esposa, que está grávida, deseja comer língua de boi. O boi morre ao ter sua língua retirada. Acontece que esse era o boi predileto do patrão. Então, um pajé tenta ressuscitar o animal morto.